segunda-feira, 4 de julho de 2011

RUIVA (por:Tânia Maria Camargo)

Fogo a trepidar, labaredas.

A alma excita.

Sol que queima, incendeia.

O beijo, o fogo da paixão.

Cabelos vermelhos, soltos,

Liberdade explicita,

Tuas malícias.



Teus desejos insanos,

Profanos,

A roçar meu pelos,

em desvelo.

Nu por inteiro.



Ruiva da pele branca,

Perco-me na visão de tuas ancas,

A perfeição de tuas pernas roliças

E na maciez de tuas costas largas.



És tão vadia e arredia,

Pura e devassa,

Eu sou o homem que te amassa,

Adora, venera, em glória.



Olhos verdes que encanta,

Hipnotiza, desorienta.

Não sejas mesquinha,

Tenha pena!

Deixa de manha,

Volta logo para a cama.

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